segunda-feira, 25 de novembro de 2013

O CLÁSSICO: "OS TRÊS PORQUINHOS" COM ÁUDIO-DESCRIÇÃO, PODE CONTRIBUIR NA PROPOSIÇÃO DE BOAS SITUAÇÕES DE APRENDIZAGEM PARA ALUNOS COM DEFICIÊNCIA VISUAL.

         http://www.youtube.com/watch?v=22cmg2wNiRs

      É UMA HISTÓRIA CURTA DE POUCO MAIS DE NOVE MINUTOS, NÃO IRÁ CANSAR MENTALMENTE O ALUNO, PRINCIPALMENTE, AS CRIANÇAS PEQUENAS QUE MUITAS VEZES, SE CONCENTRA EM POUCO ESPAÇO DE TEMPO. OS CLÁSSICOS SÃO TEXTOS INTERESSANTES E TRAZ MENSAGENS DIVERSAS, AMPLIANDO AS INTERPRETAÇÕES, DEPENDENDO MUITO DO OBJETIVO DO PROFESSOR. AS HISTÓRIAS DOS CLÁSSICOS DA LITERATURA ATUAM NA ESCOLA COMO UM MOMENTO LÚDICO EM QUE AS CRIANÇAS SE DIVERTEM AO OUVI-LAS. COM ESSAS HISTÓRIAS, A AULA PODE SER INTERESSANTE E PRAZEROSA, ASSIM, CONCORDAMOS COM A IDEIA DE QUE "[...] o ambiente escolar deve ser um espaço estimulante e enriquecedor, no qual as crianças sentem prazer em aprender, conhecer e desvendar o desconhecido por meio do lazer e do entretenimento. Estas atividades envolvem aspectos relacionados à dimensão emocional, intelectual e social". (DIAS DE SÁ E SIMÃO, 2010 P. 34)
                TRABALHO COM OS ALUNOS, NÃO SÓ O QUE FOI OUVIDO POR ELES ATRAVÉS DO ÁUDIO-DESCRIÇÃO, TRAGO PARA OS DIÁLOGOS OS ASPECTOS QUE ESTÃO IMPLÍCITOS NO TEXTO, ALÉM DAS CONVENÇÕES IMPOSTAS PELAS RELAÇÕES SOCIAIS DE CERTO OU ERRADO, BONITO OU FEIO. MUITAS QUESTÕES RELATIVAS A ÉTICA E AOS VALORES MORAIS PODEM SER DISCUTIDOS COM OS ALUNOS A PARTIR DA HISTÓRIA DOS TRÊS PORQUINHOS. PARA A ESCRITA PODE USAR O BRAILLE OU O PROFESSOR PODE SER O ESCRIBA DA FALA DO ALUNO, SE ESSE FOR O OBJETIVO.   ATIVIDADES DE DITADOS UTILIZANDO A CAIXA TÁTIL COM OS PERSONAGENS OU COM FIGURAS DOS TRÊS PORQUINHOS COM DESCRIÇÃO DO PROFESSOR, JOGOS DO SOLETRANDO COM OS PERSONAGENS  E OUTRAS ATIVIDADES PENSADAS PARA O ALUNO COM CEGUEIRA, PODEM SER BOAS SITUAÇÕES DE APRENDIZAGEM E ALVANÇAR RESULTADOS SIGNIFICATIVOS RELATIVOS A: INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS, LEITURA, ESCRITA, ENTRE OUTRAS APRENDIZAGENS.

DOMINGUES, Celma dos Anjos [et al]. A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar: os alunos com deficiência visual: baixa visão e cegueira. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial; [Fortaleza]: Universidade Federal do Ceará, 2010.
        

sábado, 19 de outubro de 2013

QUESTIONAR E INTERVIR ADEQUADAMENTE PARA ALCANÇAR O OBJETIVO...

               Toda atividade deve ser realizada para que o aluno alcance significativos avanços no seu processo de aprendizagem. É necessário saber o que o aluno já sabe, para fazer as intervenções adequadas. A atividade proposta deve complementar as que já foram feitas e servir de observação para tantas outras que virão relativas ao tema que está sendo estudado..


Esse jogo pode ser utilizado para trabalhar a ideia de inclusão e conservação do número e também sistematizar o conceito de número, bem como, as operações matemáticas dependendo no nível de abstração do aluno, porque o material é perceptível, mostrar que podemos conservar, incluir ou retirar a quantidade desejada é interessante e o aluno terá controle da quantidade ao manusear as peças. A intervenção feita pelo professor nessa atividade fará grande diferença, questionar sobre quantos precisa colocar ou retirar e fazer proposições como: se retirar, se colocar, como fica... Iniciar a atividade dizendo o que precisa ser feito para que o aluno também fale o que ele vai fazer é essencial para que a proposta cumpra com o objetivo pensado para esse momento. Construir com o aluno situações problemas com esse tabuleiro, também é uma boa situação de aprendizagem . Pode ser confeccionado com vários tipos de materiais e peças diversas.
A ideia é do site Spotlight on Kindergarten e  foi retirado do blog:
                    http://aprendizagemafetiva.blogspot.com.br

sábado, 7 de setembro de 2013

TECNOLOGIA ASSISTIVA PARA ALUNOS QUE TEM DIFICULDADES PARA ESCREVER, DESENHAR E USAR O COMPUTADOR, POR NÃO CONTROLAR OS MOVIMENTOS.

Conhecer bem o aluno e experimentar os vários tipos de engrossadores de lápis percebendo o mais adequado, sabendo do tipo da alteração de movimento que a criança apresenta:
Espástica: Os músculos são muitos tensos, o que limita ou impossibilita os movimentos do corpo. A criança espástica é dura demais para mover-se, todo movimento é lento e exige um grande esforço. É o tipo mais comum de paralisia cerebral. (GODÓI, 2006 p. 18)

Geralmente as crianças e os adultos com Paralisia Cerebral, apresentam movimentos incontroláveis, encontrei essa pulseira que pode ser feita, confeccionada com materiais alternativos que temos na escola: espumas, madeira e outros. Só devemos ter os cuidados com o peso, deve ser feita com orientação de um terapeuta responsável.





Pulseiras com peso para controlar a movimentação involuntária, quando indicadas pelo terapeuta responsável. Deve-se tomar os devidos cuidados para que o peso demasiado ou menor que o necessário, ou, ainda, seu uso intensivo, não provoque outros danos.


Encontrei uma forma de a minha aluna desenhar e muitos outros recursos estão no portal do MEC no livro: saberes e práticas da inclusão. Pág. 41.

REFERÊNCIAS
Educação infantil : saberes e práticas da inclusão : dificuldades de comunicação e sinalização : deficiência física. [4. ed.] / elaboração profª Ana Maria de Godói – Associação de Assistência à Criança Deficiente – AACD... [et al.]. – Brasília : MEC, Secretaria de Educação Especial, 2006. 98 p. : il. 1. Educação infantil. 2. Educação dos deficientes físicos. 3. Atendimento especializado. 4. Educação inclusiva. I. Godói, Ana Maria de. II. Brasil. Secretaria de Educação Especial.

domingo, 4 de agosto de 2013

O AEE NA ESCOLA

Márcia Oliveira



O professor do AEE exerce papel fundamental na escola, porque tem na sua atuação o objetivo de incluir os alunos no processo da aprendizagem, está direcionado a conhecer e realizar uma avaliação detalhada do aluno, o que às vezes em sala de aula regular, com muitos alunos não é possível do professor fazer. Conhecendo o aluno, tendo clareza de suas possibilidades e sabendo dos seus limites o professor do AEE e o professor da sala de aula regular junto à equipe pedagógica podem elaborar um plano de trabalho para o aluno.
O estudo de caso é um mapa contextualizado das características do aluno e traz todas as informações que os professores precisam saber para traçar um plano de atuação, incluindo os objetivos que a escola pretende alcançar. É um importante subsídio que dá suporte ao trabalho da escola direcionado os alunos com deficiência. A função do professor da SRM, está diretamente relacionada ao fazer pedagógico da escola como um todo, sua atuação é de minimizar dificuldades para que a inclusão de fato aconteça.


domingo, 26 de maio de 2013

SUGESTÃO DE VÍDEOS. Muito bom!


Achei muito engraçado esse vídeo Help Desk na Idade Média. Me lembrei do tempo que fazíamos um trabalho enorme da Universidade e faltava energia, pronto perdíamos tudo, porque não salvava o texto a cada minuto, muito coisa a gente ainda não sabia. Os Pcs de duas décadas atrás são antigos como se fossem do tempo da idade média. Os computadores mais modernos fazem tudo e as crianças e jovens da era digital não tem medo de nada, arriscam tudo e conseguem utilizá-los em todas as funções. Lembrei-me dos alunos que estão na escola e não são instigados a arriscar tudo o que sabem nos conhecimentos escolares. Precisamos encorajá-los a falar, a tentar, a arriscar, a não ter medo, principalmente, os nossos alunos que tem limitação de qualquer ordem.

Duração: 2min 39s, com legenda em Português.

INSTITUTO RODRIGO MENDES

          O Instituto Rodrigo Mendes é uma instituição sem fins lucrativos que visa desenvolver um trabalho direcionado a inclusão. “Tem como objetivo produzir e disponibilizar conhecimento sobre educação, arte e inclusão”.
            Desde 1994,  ano de sua fundação, organiza, desenvolve pesquisas, viabiliza discussões, seminários e elaboração de publicações sobre a temática da educação inclusiva. Também atua na área da formação de professores em parceria com as secretarias de educação de todo o Brasil.
            O Instituto Rodrigo Mendes – Educar para incluir – trabalha com muitos parceiros, entre eles o Ministério da Educação, UNICEF, FUNDAÇÃO BARCELONA, entre outros.           
Atualmente o instituto desenvolve um projeto, entre muitos, cujo objetivo é promover a inclusão de crianças com deficiência por meio do esporte. Essa iniciativa atende aos Municípios/Estados onde acontecerá a copa do mundo de futebol,  a cidade do Natal acredita nessa iniciativa e 9 escolas da rede municipal estão engajadas  nesse projeto.
O investimento inicial é de formação dos professores e coordenadores, durante o curso será elaborado o projeto para ser efetivado com os alunos das escolas participantes durante o ano de 2013.

Para saber mais sobre o trabalho da Instituição, acesse:

CONQUISTAS E DIFICULDADES DE SER UM ALUNO À DISTÂNCIA

IMPRESSÕES SOBRE A EDUCAÇÃO A DISTANCIA
Márcia Maria Batista Costa Oliveira
Natal – RN.  28/04/2013
            Há muito tampo atrás já ouvia falar em cursos a distância, nessa época, pensava que era muito fácil fazer esse tipo de formação e obter um diploma com muitas horas de certificação. Quando comecei a conhecer e a fazer parte desses grupos de alunos, percebi que era necessário estudar muito para aprender o que eu realmente precisava na minha formação profissional, e, que não bastava apenas, cumprir com as atividades no tempo previsto.
Alguns dos cursos que comecei, não consegui concluir, porque não era interessante, textos muito grandes para ler na tela do computador, era uma dificuldade, parece que eu queria mesmo era um papel escrito com tudo aquilo, estava acostumada a ler nos livros e nas apostilas. Precisei amadurecer a ideia de que essas formações cumpriam o mesmo papel das aulas presenciais se fossem compostas por situações didáticas interesses e tivessem maior interação com o grupo, faltava presença, contato pessoal, era frio e sem “vida”. “Nesse sentido, penso que não podemos perder de vista, a integração dos dois espaços – presencial e o virtual - e de fazer transições suaves entre ambos”. (MORAN, 2003)
Foi difícil adequar às expectativas que eu tinha nas formações, essa forma de estudo e o tempo que dispunha para estudar. Foi também, uma necessidade de ampliar os conhecimentos e fazer a inadiável formação continuada na área das tecnologias educacionais e da educação inclusiva.
  “Avançaremos mais se soubermos adaptar os programas previstos às necessidades dos alunos, criando conexões com o cotidiano, com o inesperado, se conseguirmos transformar o curso em uma comunidade viva de investigação, com atividades de pesquisa e de comunicação”. (MORAN, 2007)
Em 2010 foi implantada a sala de recurso multifuncional na escola e eu como professora do AEE precisa atender aos alunos com deficiência e a escola tinha a difícil tarefa de incluir todos os alunos no processo de ensino e da aprendizagem, a inclusão tão discutida já há bastante tempo. Então, passei a enxergar a educação a distância e esse curso em particular, uma oportunidade de aprendizagem para ampliar os meus conhecimentos, trazendo para a prática uma reflexão contínua que melhora o processo de ensino e a aprendizagem dos alunos.
É um desafio conciliar as atribuições do professor com a formação continuada, principalmente, porque precisamos trabalhar em dois horários para suprir as nossas necessidades. Esse é um longo caminho que temos a percorrer para poder atuar de forma mais efetiva na profissão que temos. A valorização é no campo pessoal, no profissional, a formação nem sempre é valorizada.

REFERÊNCIAS
KENSKI, Vani Moreira. O Desafio da Educação a Distância no Brasil.www.ufjf.br/revistaedufoco/files/2010/02/011.pdf
MORAN, José Manuel, MASETTO, Marcos & BEHRENS, Marilda. Novas tecnologias e mediação pedagógica. 14ª edição, Campinas: Papirus, 2007.www.eca.usp.br/prof/moran/textosead.htm
MORAN, José Manuel. Org. SILVA, Marco. Educação 

online: teorias, práticas, legislação, formação corporativa. São Paulo: Loyola, 2003.